
O ex-secretário de serviços públicos de Garanhuns, Eusébio Peixoto
(foto), que quando no governo do prefeito Luiz Carlos (PDT) se tornou um dos personagens do “escândalo da ponte”, esteve compondo o “Arrastão 45”, realizado no último sábado (1º), referendando Silvino Duarte (PSDB) para prefeito da “cidade das flores”.
Desde que afastado da Prefeitura, devido a protagonizar o esquema que envolveu também o secretário de administração da prefeitura, Welligton Xavier de Medeiros e Valfrido Lins Júnior, dono da empresa Construlins, Eusébio meio que ficou fora do cenário garanhuense.
O “escândalo da ponte”, ocorrido no ano de 2010 virou notícia em rede nacional de televisão, tendo como foco o desvio de 18 mil reais que seriam destinados à reforma da ponte no sítio Baraúnas, distrito de Miracica, envolvendo ainda o nome da filha do prefeito, Andréa Fabiana Albuquerque de Oliveira.
Na época, o Ministério Público ofereceu a Eusébio uma delação premiada – imunidade no processo – em troca da colaboração dele contando toda a verdade. Ele então revelou que o dinheiro que foi desviado da obra, foi parar nas mãos da filha do prefeito Luiz Carlos.
DESFECHO – Para apurar o caso, após um pedido do vereador Geraldo Lucena (PV) para que fosse aberta uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), e todos os vereadores de Garanhuns foram de acordo. Como desfecho, alegando apenas “erros formais” e não necessariamente “irregularidades intencionais”, o relator da CPI da Ponte, vereador Ary Júnior (PTB), pediu o arquivamento da denúncia.
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